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  NOTA DE ESCLARECIMENTO  
  22/04/2014 21:00  
 
 

USO DE AMBULÂNCIA DO SAMU PARA TRANSPORTAR PACIENTE FOI REGULAR

 

A propósito de versões propagadas nesta segunda-feira, dia 21, sobre uso de ambulância do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para transporte de paciente de Mogi Guaçu a Santo André, a Secretaria de Saúde esclarece:

 

1 – A ordem não partiu da secretária municipal de Saúde, Clara Alice Franco de Almeida Carvalho, que, inclusive, não se encontrava na cidade, tendo retornado de viagem por volta das 19h.

 

2 – A autorização foi dada pelo coordenador geral do SAMU Regional da Baixa Mogiana, Wagner Tadeu Cezaroni, por solicitação médica para transferência urgente de paciente da UTI do Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos” para implante de marcapasso definitivo na UTI do Hospital Estadual “Mário Covas”, na cidade de Santo André.

Trata-se de procedimento de emergência, em que a transferência, de UTI para UTI, exige que o paciente seja transportado em UTI móvel, que, no caso, é a viatura com suporte avançado do SAMU.

 

3 – A paciente em questão fora transferida da Santa Casa de Misericórdia para a UTI do Hospital Municipal na semana passada, e aguardava vaga para receber o implante de marcapasso definitivo.

Confirmada a disponibilidade de vaga no Hospital Estadual “Mário Covas”, o médico plantonista da UTI requisitou transporte de urgência, adequado ao quadro clínico da paciente, por volta das 2h desta segunda-feira, o que foi autorizado pelo coordenador geral do SAMU dentro de suas prerrogativas e em conformidade com o que está pactuado com o Ministério da Saúde e o que preconiza a Portaria 2.048/2002, que rege o atendimento pré-hospitalar no Brasil.

 

4 – Por ser uma unidade de alta complexidade, a ambulância não permaneceu à espera da paciente e retornou a Mogi Guaçu, voltando a Santo André depois, para buscá-la quando recebeu alta médica, chegando a Mogi Guaçu por volta das 9h.

 

5 – O procedimento de transportar pacientes em ambulância com suporte de alta complexidade é inerente à rotina do SAMU, não constituindo, portanto, nenhuma irregularidade, tampouco privilégio a qualquer título. Tanto é que, segundo o coordenador do órgão, também nesta mesma segunda-feira a unidade avançada de Itapira foi utilizada para transferência de paciente ao Hospital Mário Gatti, em Campinas.

 

6 – Não tem fundamento algum a afirmativa de que Mogi Guaçu tenha ficado desguarnecida de ambulância de suporte avançado, uma vez que os quatro municípios atendidos pelo SAMU Regional da Baixa Mogiana prestam apoio uns aos outros quando necessário, inclusive disponibilizando suas viaturas para atendimento de alta complexidade quando requisitado pela Central Reguladora, que opera a partir de Mogi Guaçu.

 

7 - Não houve “locaute” algum no atendimento e nenhum prejuízo às populações de Mogi Guaçu e Estiva Gerbi, município que também é servido pelo SAMU Regional da Baixa Mogiana. 

 

8 – 8 – Tão logo a Bravo de Estiva foi colocada à disposição para atender Mogi Guaçu se preciso, a Secretaria de Saúde cedeu uma de suas ambulâncias para atendimento de prontidão em Estiva Gerbi, caso fosse necessário.

9 – Em hipótese alguma houve ingerência por parte do Município de Mogi Guaçu no Município de Estiva Gerbi, uma vez que compete à Central Reguladora do SAMU Regional da Baixa Mogiana alocar viaturas de suporte simples ou avançado conforme for necessário nas quatro cidades atendidas. O assunto já foi devidamente esclarecido pelo coordenador geral Wagner Tadeu Cezaroni ao prefeito de Estiva Gerbi, Rafael Otávio Del Júdice.

 

10 – As ambulâncias da Prefeitura não estão em “completo estado de sucateamento”. Apenas duas se encontram em manutenção, uma nas oficinas do Pátio Municipal e a outra na concessionária. Como a viatura Bravo de Estiva Gerbi também está precisando de conserto, nesta terça-feira uma daquelas ambulâncias ficará pronta e será colocada à disposição do SAMU em Estiva Gerbi.

 

11 – O SAMU Regional da Baixa Mogiana dispõe de sete ambulâncias para atendimento 24 horas e mais duas de reserva, sendo que o gerenciamento destas compete a Mogi Guaçu como sede da Central Reguladora. É uma delas que será cedida a Estiva Gerbi enquanto a Bravo estiver em manutenção.

 

12 - Com exceção de Estiva Gerbi, que recebe suporte de Mogi Guaçu, o SAMU mantém uma unidade avançada, com suporte para alta complexidade, e uma simples em Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Itapira. Em Mogi Guaçu, o SAMU recebe apoio, ainda, para socorrer casos de menor gravidade, de outras duas ambulâncias, uma mantida de prontidão no PPA (Posto de Pronto Atendimento) do Jardim Novo II, a outra no Pronto Socorro do Hospital Municipal.

 

13 – Cumpre registrar, por fim, que desde a quarta-feira, dia 16, até a manhã desta terça-feira, dia 22, a despeito do feriado prolongado e da realização de evento de grande porte na cidade, o SAMU não foi acionado em nenhuma intercorrência de maior gravidade, do ponto de vista técnico.

 

SECRETARIA DE SAÚDE

COORDENADORIA GERAL DO SAMU REGIONAL DA BAIXA MOGIANA